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MyGloss – Empresa com apenas duas lojas já tem 210 mil fãs no Facebook

novembro3

Carolina Dall’olio, Estadão PME:
MyGloss adotou uma estratégia simples e eficiente: oferece consultoria de moda gratuita aos interessados.
Quando a pequena loja de bijuterias e acessórios MyGloss abriu as portas, na cidade de Campo Grande (MS), a marca recém-criada já era conhecida por mais de 60 mil pessoas. Este era o número de seguidores que a empresa reunia no Facebook na época da inauguração, em maio.

Nos últimos cinco meses, a MyGloss cresceu – dentro e fora da rede. A empresa, que já nasceu com a proposta de se tornar uma rede de franquias, hoje conta com duas lojas em funcionamento (uma delas em São Paulo) e pretende inaugurar mais duas em breve. Em 2012, outras 15 unidades devem ser abertas.

Mas é no Facebook que a marca realmente se agigantou: 210 mil pessoas curtem a página. Mesmo somados, os fãs de grandes redes de moda como Lojas Marisa, Renner e Riachuelo não conseguem superar o tamanho da comunidade MyGloss.

“O segredo para atrair tanta gente está na preocupação que temos em realmente ouvir, entender e responder a cada comentário”, resume Rodrigo Stocco, que fundou a empresa em parceria com a irmã, Katia. “Ninguém fica sem resposta e são as pessoas que definem sobre o que vamos falar.”

O ação da MyGloss no Facebook é simples: a empresa dá dicas de moda e tira dúvidas dos leitores. Uma espécie de consultoria personalizada. Ontem, por exemplo, uma das frequentadoras da página pediu uma sugestão sobre como combinar maquiagem e acessórios com um vestido roxo que usaria em uma formatura. Como resposta, recebeu a indicação de colares e brincos prateados, com um link para uma reportagem sobre o tema.

Primeiro na web
A página no Facebook precedeu a criação da própria empresa. “A interatividade está presente desde a formatação do conceito da marca. É nossa principal característica”, diz Rodrigo.

Atualmente, três funcionários da MyGloss, formados em moda, trabalham com a atualização da página e todas as promoções da empresa são desenvolvidas e veiculadas por meio da rede social. Agora, o próximo passo é fazer com que os fãs criem também os produtos, dando sugestões de estampas e formatos.

A presença no Facebook já trouxe resultados concretos. Segundo Rodrigo, cada produto divulgado pela ferramenta some das lojas rapidamente. Pela web, o negócio também já conseguiu recrutar interessados em pagar R$ 270 mil para ter uma franquia da marca – o faturamento mensal estimado é de R$ 70 mil, com lucratividade de 15% a 20%.

Agora, a popularidade na internet já começa até a ditar os rumos da empresa. “Há uma demanda fortíssima por uma loja virtual da marca”, explica Rodrigo. “Não podemos mais ignorá-la. Por isso, já começamos a desenvolver um projeto.”

A loja virtual não estava nos planos iniciais da empresa. Mesmo assim, o empreendedor acredita em sua viabilidade. E quando questionado sobre a possibilidade de os futuros franqueados da rede encararem o comércio eletrônico como concorrente, Rodrigo responde: “a compra de acessórios é feita por impulso. As lojas físicas vão continuar a ter mais força.”

O consultor Marcelo Cherto, especializado em expansão de negócios, defende que a empresa tenha mais de um tipo de canal de venda. “Cada consumidor prefere comprar de um jeito, em momentos diferentes”, afirma Cherto. “Portanto, a empresa deve estar disponível e acessível para não perder vendas.”

Cherto, porém, alerta para um risco que a MyGloss corre ao criar a loja virtual. “A empresa funciona na internet como um ponto de educação para os consumidores. Por isso ela fez com que seus seguidores no Facebook estabelecessem uma relação emocional com a marca”, analisa. “Ao iniciar as vendas virtuais, é preciso tomar o cuidado de não misturar as coisas. Ela deve continuar a usar o Facebook para ajudar os clientes, não para vender. Caso contrário, pode perder credibilidade.”

Fonte: pme.estadao.com.br

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agosto17

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Mídias sociais causam mais danos a marcas que Procon

julho13

Em janeiro deste ano, as críticas de um consumidor contra a fabricante de eletrodomésticos Brastemp levaram a empresa a figurar entre os quatro assuntos mais comentados do mundo no Twitter. Nesta semana, o amargo papel foi representado pela Renault. Cansada de esperar durante quatro anos pela atenção da companhia para resolver seu problema, uma consumidora criou um site e gravou vídeos em que conta e compartilha em redes sociais sua indignação com o descaso da marca.

Provas indiscutíveis de que as empresas ainda estão falhando em questões fundamentais como oatendimento ao cliente, os dois casos são também emblemáticos porque colocam a reputação das empresas envolvidas em questionamento.

A escolha por compartilhar a insatisfação na web mostra que os consumidores estão muito mais atentos aos canais de comunicação que têm à sua disposição do que as empresas. E mais, estão cientes de que quando a reputação de uma marca é afetada, o problema é “mais embaixo”, e ela tende a ser mais ágil para amenizar a situação.

O site Reclame Aqui, que atua como um canal online direto de comunicação entre consumidor insatisfeito e marca, registrou em 2010 uma média de 4 milhões de visitas por mês, número quatro vezes maior do que o alcançado em 2009 e também superior à contagem de atendimentos realizados pelo ProconProcuradoria de Defesa do Consumidor – neste ano, fechada em 630 mil. Isso aponta para uma mudança no comportamento dos consumidores e deve ser visto com atenção pelas marcas.

“Quando o consumidor vai reclamar por telefone ou vai em uma loja física para reclamar de alguma coisa, ele é bastante complacente, mas quando esse mesmo consumidor entra em uma rede social ou qualquer outra rede na web, ele se transforma, usa muita força no que diz e apela mais, colocando detalhes da má experiência que teve. Então esse impacto é muito grande para as marcas.”, diz Maurício Vargas, diretor geral do Reclame Aqui.

Para Andre Telles, CEO da agência Mentes Digitais, dificilmente uma ação no Procon impacta tão negativamente uma marca se comparada ao compartilhamento dessa mesma insatisfação nas redes sociais: “Uma reclamação pode ir para frente no Procon, mas apenas como um fato isolado, e por isso não afeta tanto a marca. Mas quando cai nas redes, impacta muito. Os consumidores estão dando exemplo de como utilizar as ferramentas multimídia para reclamar seus direitos.”

Pesquisa demonstra força das mídias sociais

Um recente estudo da E.Life, empresa de inteligência de mercado e gestão do relacionamento em redes sociais, monitorou o termo #Fail noTwitter por um período de três meses. Os resultados da pesquisa mostraram que as categorias de empresas mais criticadas no Twitter foram as mesmas mais reclamadas também no Procon.

Ou seja, as redes sociais são hoje um canal natural de autorregulamentação no tratamento do consumidor, como explica Alessandro Barbosa Lima, presidente da E.Life. Apesar de não serem um canal oficial como o Procon, agem como potencializadores na relação da marca com o consumidor, afetando tanto para o bem quando para o mal.

“Com certeza as redes sociais e o Reclame Aqui estão modificando o relacionamento com o consumidor, porque eles estão presentes também no pré-compra. O Procon é presente apenas na repercussão negativa, no pós-compra negativo. A Brastemp, por exemplo, foi parar nas redes sociais porque uma pessoa colocou ela lá, e outras pessoas confirmaram a experiência negativa.”

As reclamações de clientes em redes sociais se tornam cada vez mais efetivas na resolução dos problemas não só porque expõem o desrespeito de uma marca com seu cliente, afetando na credibilidade da companhia, mas sobretudo porque têm um sentido de permanência. O mesmo marketing que uma década atrás era feito boca a boca, hoje é feito também na rede. A diferença é que o que é comentado permanece online, disponível para acesso e pesquisa.

“As informações publicadas em 2004, na abertura do Orkut no Brasil, por exemplo, podem ser consultadas hoje, em 2011, e podem ser tomadas como verdade, mesmo que a empresa já tenha mudado”, diz Barbosa Lima. “O que estamos vendo hoje é que o SAC, em tempos de redes sociais, é feito com uma plateia.Virou praticamente um ‘reality show’. Então acaba sendo hoje bem mais sensível para uma empresa do que era nos anos 90. O que as empresas ainda não entenderam é que o SAC hoje é o novo marketing, e se esse canal não atua bem em redes sociais, ele tá prestando um mal serviço em público.”

Fonte: Empreendedor Online

Como levar suas fotos do Orkut para o Facebook

abril19

O último a sair do Orkut que apague a luz. Mas, antes, não seria legal copiar as fotos postadas lá e deixá-las bonitinhas e organizadas no Facebook? Pois neste post você vai aprender a fazer isso de um jeito rápido e rasteiro.

Pegar cada foto dos seus álbuns do Orkut, copiá-las e depois fazer upload para o Facebook é um trabalho chato, demorado e desnecessário. Usando o aplicativo MigraKut dá para fazer isso de forma automática.

Primeiro, acesse o Facebook e instale o aplicativo. Durante os passos da instalação, ele vai pedir para que você autorize o acesso aos seus dados e também vai solicitar o seu usuário e senha do Google usados para a conta do Orkut.

Feito isso, de volta ao Facebook, você entra no MigraKut e escolhe os álbums que devem ser copiados. O processo a seguir é automático e leva poucos segundos. Depois, todas as fotos aparecerão no álbum nativo do Facebook.

Pronto. Problema resolvido. Agora é só começar a brincar de marcar as fotos, criar álbuns e aquela coisa toda.

O aplicativo MigraKut foi criado pelo Rafael Zanoni. Descobri essa dica no Twitter do Edney (@interney). E a foto que ilustra o post é do Rhisiart Hincks. Valeu caras!

- Clique aqui e baixe o aplicativo MigraKut

Fonte: info.abril.com.br

Participação feminina no e-commerce avança 8%

março14

Na semana da mulher, o instituto IBOPE Mídia divulgou que a participação do público feminino no e-commerce superou em 8% os resultados do ano passado, quando 10% das mulheres optavam pela internet na hora de fecharem uma compra.

De acordo com a pesquisa, os homens usam mais o comércio eletrônico (24%). Porém, um levantamento da e-Bit, realizado no primeiro semestre de 2010, dividia a participação em 50% para cada universo.

As mulheres não são tão impulsivas quanto se imagina, por isso mesmo levam mais tempo frente ao computador na procura de um produto que ofereça o melhor custo-benefício. Elas também buscam no mundo digital produtos exclusivos, que atendam às suas necessidades. De olho nessa fatia de mercado, a e-closet, referência no segmento de moda, com coleções exclusivas e peças assinadas pelos maiores designers, inaugurou em 2010 sua loja virtual, utilizando a plataforma de e-commerce da JET, desenvolvida sob medida. Desde então, o crescimento não para e já está em 300%, de acordo com a proprietária da loja, Giovanna Lemes Motta. A aposta do site está em artigos femininos, como roupas e acessórios.

Mulheres já são maioria em sites de compras coletivas

Portais de compra coletiva também caíram no gosto feminino, que hoje corresponde a 60% dos cadastrados no Brasil – o tíquete médio para compras nesses sites varia de R$ 30 a R$ 40. O levantamento faz parte de um estudo divulgado pela Mystery Shopping Providers Association Europe, que inclusive traçou um novo perfil de compradoras na França: mulheres com menos de 45 anos, com filhos, se identificam com a conveniência de lojas que funcionam durante as 24 horas do dia, entre outros motivos. O resultado espelha uma tendência universal.
Os tablets também funcionam como propulsores para os varejistas de e-commerce. Uma pesquisa da Forrester aponta que 50% de todo o tráfego móvel provêm do dispositivo da Apple, que, por enquanto, reina praticamente soberano. E no futuro, o número será ainda mais expressivo, já que dados da Forrester apontam que até 2012, 80 milhões de pessoas usarão os tablets. Uma quantidade expressiva, mas o crescimento não deve parar por aí. Após dois anos, a expectativa é de que o aparelho esteja nas mãos de aproximadamente 200 milhões de pessoas.

Participação feminina é cada vez maior

Em 2001, quando o e-commerce gerava uma receita de cerca de R$ 550 milhões (a projeção estimada é que o setor tenha fechado 2010 com movimentação de R$ 13 bilhões), as mulheres representavam 39% do comércio eletrônico. Depois de quatro anos, o número subiu para 42% e agora está em 50%. A adesão às redes sociais é um dos fatores que impulsionam as mulheres a realizarem compras on-line.

Preferências – Ainda segundo o estudo promovido pelo IBOPE, 69% das mulheres compraram nos últimos 30 dias em lojas físicas ou virtuais, com um gasto médio de R$ 190,83. A preferência delas ainda é por roupas, item presente na sacola de compras de 79% das consumidoras. Logo em seguida, estão os calçados, com 61% e as roupas masculinas, num total de 49%. Outros 40% ficaram para as roupas infantis.

Por Talita Macário

Fonte: Blog do E-commerce

E-mail X Redes Sociais

fevereiro23

Nota da Folha de S. Paulo (02/fevereriro/2011 – Caderno Tec, pág. 2 – Alec Duarte):

O RENASCIMENTO DO E-MAIL
Houve quem decretasse a morte do e-mail afirmando que as redes sociais assumiram, em boa medida, esse papel comunicativo.

A última semana trouxe dois dados que fazem a boa e velha rede social mais fechada do mundo (afinal, os destinatários são sempre especificados por você) renascer das cinzas.
O povo da Blue State Digital, que trabalhou na campanha de Dilma Rousseff, diz que o e-mail deu mais audiência ao site oficial do que todas as intervenções em mídia social.

No turbulento Egito, o temor de que os nós sociais sejam monitorados mais facilmente também provocou uma corrida ao correio eletrônico, meio de comunicação anterior à própria web.

Precisa dizer mais alguma coisa? Se você está em busca de divulgar seu site, seu blog ou sua empresa e abandonou o bom e velho e-mail, dando lugar quase que exclusivamente às redes sociais, é hora de refletir.
Aonde está realmente o seu público alvo? No Twitter? No Facebook? No Orkut? Ou será que está escondido aí no seu e-mail list, e você se preocupando com outros meios. É claro que isso não deve fazer você abandonar suas inserções nas redes sociais, mas serve ao menos para balancear seu foco.

Fonte: dihitt.com.br

Smartphone está prestes a destronar PC em vendas.

fevereiro21
Os smartphones caíram no gosto dos brasileiros e, pela primeira vez, vão ultrapassar as vendas de computadores no país. Segundo dados da consultoria IDC, a expectativa é de que sejam vendidos 10 milhões de smartphones neste ano, o dobro de 2010. Os micros de mesa ou desktops vão somar 7,7 milhões de unidades, e os notebooks, 8 milhões. Em 2012, a projeção é de que os celulares superem as duas categorias de computadores juntas.
Os smartphones são celulares que usam sistemas operacionais, a exemplo dos computadores, o que os diferencia dos telefones comuns. Os aparelhos são capazes de executar várias tarefas ao mesmo tempo e oferecem funções avançadas, como edição de vídeos em alta definição. O principal atrativo é a capacidade de navegar na internet com uma facilidade semelhante à de um PC.
A popularização dos smartphones é decorrência de uma combinação de motivos, que inclui maior oferta de modelos, preços em queda e promoções das operadoras nos pacotes de internet. Esses fatores permitem que os aparelhos, até recentemente considerados uma exclusividade de executivos, fiquem acessíveis a um número maior de consumidores. Há modelos para todos os gostos e bolsos. Os mais baratos custam em torno de R$ 600 e os mais caros passam de R$ 2 mil. Dependendo da operadora, os aparelhos podem até sair de graça.
Para as operadoras de telefonia, o uso de smartphones é importante porque aumenta a receita proveniente do tráfego de dados em suas redes de terceira geração (3G). “Estamos com foco total nesses aparelhos”, afirma a diretora de serviços de valor agregado da Claro, Fiamma Zarife. Agora, as operadoras começam a buscar formas de atender assinantes de todas as faixas de renda. No ano passado, foram lançados os primeiros planos de dados voltados ao segmento pré-pago.
O aumento da demanda também promete bons resultados para os fabricantes de celulares. Pelos cálculos do IDC, o faturamento dessas empresas vai crescer 67% neste ano. Com exceção do iPhone, da Apple, e de alguns modelos de BlackBerry, da RIM, os demais smartphones são fabricados no Brasil. Além de incentivos fiscais, a fabricação local traz vantagens em termos de distribuição e na criação de produtos adaptados ao gosto local.
No mundo, as vendas de smartphones já ultrapassaram a de computadores. No último trimestre do ano passado, foram comercializados 100,9 milhões desses celulares contra 92,1 milhões de PCs.
Fonte: Valor Online

Quatro erros muito comuns cometidos pelas empresas no Twitter

fevereiro8

Muitas empresas que adotam o Twitter como plataforma de comunicação, percebem logo nos primeiros meses o exponencial crescimento de seguidores. Porém, depois de algumas semanas de sucesso, alimentando o canal com informações diárias, atualizadas e primando pela comunicação em mão dupla, veem o clima esfriar, os RTs pararem… Tudo por que o responsável pelo Twitter mandou a última mensagem na segunda-freira passada.

Tome note: 73% das empresas mais importantes no ranking da publicação norte-americana Fortune mantém contas no microblog. Mas maioria dessas contas está paradas – sem qualquer atualização faz meses.

As explicações para desistência do canal de comunicação de 140 caracteres são muitas; mas esses quatro erros de postura na mídia social estão entre os mais comuns:

1. Falta de planejamento
Invadir o Twitter com uma marca sem dispor de qualquer planejamento é o maior erro das empresas. A autora do livro The Social Media Survival Guide (Guia de sobrevivência em mídias sociais), Sherrie Madia, sugere que as empresas pensem bem sobre seus objetivos ao ingressarem no Twitter. “Não é um ambiente onde se entre e as variáveis sejam as planejadas – é muito dinâmico. Esteja preparado para mudanças de rumo”, diz.

2. Alimentar com novidades
“Empresas costumam se perder no Twitter quando não desenvolvem conteúdo que seja realmente atraente para os seguidores. Você criou uma fera que agora deve ser alimentada”, alerta Sherrie.

Sobre o tipo de conteúdo a ser criado e a periodicidade de sua publicação, a autora sugere que a atribuição de tweets seja bem definida para que eventuais projetos não interfiram na tarefa constante de distribuir esse conteúdo via twitter. “Às vezes pode ser razoável atribuir essa tarefa a um colaborador externo”, diz.

3. Pressa para lucrar
O Twitter é, sem dúvida, um espaço convidativo e de fácil participação – tecnicamente. Possivelmente essa característica imprime na empresa a sensação de retorno rápido e igualmente descomplicado.

“Em determinados casos pode haver um razoável retorno no curto prazo. Vídeos virais são um bom exemplo disso; ainda assim, são exceção, não regra. Ter uma audiência considerável no twitter leva tempo”, diz Sherrie.

4. Linguagem apropriada
“Seguidores do Twitter são pessoas e insistem em aproximação igualmente pessoal e autêntica”, diz a autora. Segundo Sherrie, outro grande erro cometido pelas empresas é se esconderem atrás de uma barreira corporativa.

“É essencial fazer com que sua audiência se sinta envolvida na história da marca que  decide seguir. Tal envolvimento é conquistado com engajamento pessoal, deixando o jargão comercial fora da conversa”, finaliza.

Fonte: cio.uol.com.br